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Caixões das vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense são recebidos com honras militares, em Chapecó (Nelson Almeida/AFP)
A chegada em Chapecó dos dois aviões com os corpos das vítimas da tragédia no voo da Chapecoense emociona os familiares e amigos no aeroporto, na manhã deste sábado. As aeronaves C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) acabaram de aterrissar no aeroporto da cidade do oeste de Santa Catarina.

Após o cortejo, os caixões foram colocados em dois caminhões e levados à Arena Condá, onde um público aguarda para o velório coletivo. O estádio tem capacidade para 19.000 nas arquibancadas. Terão acesso ao gramado apenas 2.000 pessoas, entre autoridades e familiares.

O primeiro corpo a ser desembarcado foi o do atacante Tiago da Rocha Vieira, o Tiaguinho. Ele recebido com uma salva de cinco tiros e sob aplausos das autoridades e familiares presentes, enquanto a banda do Exército brasileiro tocava a marcha fúnebre. O presidente Michel Temer se aproximou para tocar o caixão.

Pouco antes, cerca de 50 familiares reuniram-se com o presidente da República, Michel Temer, no aeroporto. A imprensa não teve acesso à sala reservada para o encontro do peemedebista com as famílias.

Também estão no aeroporto o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, e o secretário-geral da CBF, Walter Feldman. Não há informação sobre a presença do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, no local.

Os aviões chegaram a Chapecó por volta das 9h45. A previsão inicial era de que o desembarque aconteceria perto das 7 horas. A FAB ainda não justificou o atraso de cerca de duas horas no transporte dos corpos entre a cidade de Manaus e Chapecó. O voo, que teve origem em Medellín, na Colômbia, fez uma parada prevista na capital amazonense para reabastecer.

Torcedores vão às ruas de Chapecó para cortejo com as vítimas do acidente aéreo envolvendo a equipe da Chapecoense (Ivan Pacheco/VEJA.com)

Caixões com as vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense são recebidos com honras militares, em Chapecó (Ivan Pacheco/VEJA.com) 

Torcedores vão às ruas de Chapecó para cortejo com as vítimas do acidente aéreo envolvendo a equipe da Chapecoense (Ivan Pacheco/VEJA.com)




FONTE - VEJA (Com Estadão Conteúdo)

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