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Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria recuou para 72,8% na prévia de dezembro, segundo a FGV (Divulgação/VEJA)
A capacidade ociosa do parque fabril nacional pode encerrar o ano no maior nível desde 2001. Conforme a prévia de dezembro da Sondagem da Indústria, divulgada nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria recuou para 72,8% na prévia de dezembro, 1,2 ponto porcentual abaixo do resultado final do mês anterior, quando estava em 74%. A pesquisa completa será divulgada na próxima segunda-feira.

“O Nuci fica parado no mínimo porque a situação está muito ruim e a indústria não vê sinal de melhora. O que tem de alta de produção são casos pontuais”, disse a coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV, Tabi Thuler Santos.

O Nuci já havia atingido a mínima histórica em fevereiro, com 73,6%. De lá para cá, o indicador oscilou em torno das mínimas. Enquanto isso, o Índice de Confiança da Indústria (ICI), que encerrou nas mínimas no segundo semestre de 2015, começou a se recuperar ao longo deste ano. Houve um salto após a troca de governo, em maio, mas a prévia apontou para uma queda de 2,9 pontos na passagem de novembro para dezembro, para 84,1 pontos.



FONTE - VEJA
(Com Estadão Conteúdo)

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